sexta-feira, 24 de abril de 2015

Sucinto

“Me perdoe a pressa/ É a alma dos negócios/ Oh! Não tem de quê/ Eu também só ando a cem...” - Paulinho da Viola (Sinal Fechado)



Não costumo ser uma pessoa muito breve, mas como eu ando ocupado, fica difícil escrever muito
   -Mas é feriado!- Vocês devem estar pensando.
   E eu digo: - SIM EU SEI!
   Mas a faculdade não está dando descanso e coisas assim... E então é isso. Tchau Gente, prometo não quebrar novamente a minha promessa de ser sucinto.



Comparações

O lápis, o papel, as palavras que não saem...
A armadinha perfeita do cérebro
Para lhe fazer perder tempo.

Serei muito mais fácil,
Se o escrito fosse feito que nem miojo.
Deixar as ideias por cinco minutos na caldeira fervente,
Que é a cabeça, e depois tava pronta a poesia.
Só não haveria a garantia de qualidade.

Mas não... Se fosse fácil todo mundo fazia,
É importante o suar, o se esforçar.
O rabiscar, o rasgar, a apagar.
Mas a melhor sensação, não é a de terminar.

E sim, a emoção de acabar com a pureza
Do papel em branco e deixa-lo todo grafitado,
Como num muro.
Pra só depois ver e descobrir
Se aquilo é pichação ou arte de rua.




E como já disse o meu irmão “Sucinto digo/ Que breve partirei”






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