“Me
perdoe a pressa/ É a alma dos negócios/ Oh! Não tem de quê/ Eu também só ando a
cem...” - Paulinho da Viola (Sinal Fechado)
Não
costumo ser uma pessoa muito breve, mas como eu ando ocupado, fica difícil escrever
muito
-Mas é
feriado!- Vocês devem estar pensando.
E eu
digo: - SIM EU SEI!
Mas a faculdade não está dando descanso e coisas assim... E então
é isso. Tchau Gente, prometo não quebrar novamente a minha promessa de ser
sucinto.
Comparações
O
lápis, o papel, as palavras que não saem...
A
armadinha perfeita do cérebro
Para
lhe fazer perder tempo.
Serei
muito mais fácil,
Se
o escrito fosse feito que nem miojo.
Deixar
as ideias por cinco minutos na caldeira fervente,
Que
é a cabeça, e depois tava pronta a poesia.
Só
não haveria a garantia de qualidade.
Mas
não... Se fosse fácil todo mundo fazia,
É
importante o suar, o se esforçar.
O
rabiscar, o rasgar, a apagar.
Mas
a melhor sensação, não é a de terminar.
E
sim, a emoção de acabar com a pureza
Do
papel em branco e deixa-lo todo grafitado,
Como
num muro.
Pra
só depois ver e descobrir
Se
aquilo é pichação ou arte de rua.
E
como já disse o meu irmão “Sucinto digo/ Que breve partirei”

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